Hoje, num dos jornais da noite vi uma reportagem sobre um baile de carnaval, no pavilhão Rosa Mota.
Que lá se realizem concertos, bailes, feiras dos livros, ... tanto se me dá desde que a sua função principal fosse cumprida. O que eu gostava era de lá ver basquetebol, andebol, hóquei, ... de preferência com uma equipa de azul e branco.
Quando uma estrutura daquelas não é usada pelo principal clube da cidade (precisando este de uma estrutura do género), devido a ódios, guerras, orgulhos, ... pessoais, diz-nos bem o porquê de o Porto ser cada vez mais uma cidade deserta, uma cidade que perde referências, uma cidade submissa ao poder da capital.
Se as instituições da cidade não se entendem entre si, como vamos esperar que se entendam para defender a cidade no exterior? Triste sina a nossa!