Parece que o Colectivo95 também deixou de ter apoio da SAD.
Em termos do estrito cumprimento da lei nada a dizer, a não ser que já vem com quase 2 anos de atraso, afinal de contas a lei foi publicada em Maio de 2004.
Mas nesta altura do "campeonato" urge perguntar porquê? Porquê o corte de apoios nesta altura? Por que motivo não se cortaram (ou suspenderam, até cumprimento da legislação) os apoios quando saiu a lei? Nesta altura, o corte de apoio parece mais uma atitude ressabiada de meninos mimados (SAD), devido ao facto do Colectivo se ter solidarizado com os SD, sem falar na chantagem de Pinto da Costa na assembleia geral, quando membros do Colectivo votaram contra o aumento de quotas. Digamos que está cumprida a "promessa" de PdC, votaram contra, sofreram as consequências.
É esta gestão de interesses do lado da SAD / clube, que não os deixa (à SAD) ficar minimamente bem nesta história das claques.
Ou, as claques estavam legalizadas quando deram guarida à Carolina na Luz? Ou as claques estavam legalizadas quando o autocarro da equipa as foi buscar à portagem de Santarém, após o autocarro em que seguiam se ter avariado em plena auto-estrada, para irem assistir à final da Taça de Portugal em hóquei no Entroncamente? Ou as claques estavam legalizadas, quando elementos bem identificados cuspiram no José Mourinho, tendo por isso a SAD sido bem multada pela UEFA? Ou as claques estavam legalizadas quando atiravam petardos no pavilhão de Fânzeres, tendo no último o clube sido punido com 2 jogos?
Não tinha muito mais lógica o clube / SAD ter reagido nessas alturas?
A relação com os sócios e as claques não pode estar dependente de estes votarem ou não a favor em assembleias gerais, de discordarem ou não de actos de gestão, de nos aquecerem/protegerem as costas ou não. E neste caso é isso que parece.
Porque as claques têm coisas bonitas, aqui fica aquela que para mim é a melhor coreografia do Colectivo:

Foto (como é fácil de concluir) retirada de Fototifo