Num clube como o FC Porto espera-se um treinador acima da média, o ideal seria ter um treinador de topo, mas não temos dinheiro para eles, por isso temos de ir às segundas escolhas mundias ou às primeiras nacionais e lançá-los para o topo (a mesma coisa se aplica aos jogadores)
Foi o que aconteceu com o Co, fomos às segundas escolhas com o intuito de nos sair um brinde mais saiu-nos uma fava. Escusávamos era de ter aumentado o tamanho da fava de 2 para 3 anos.
Como treinador acho o Co um treinador perfeitamente banal. Igual a tantos que andam por aí. Para o FCP espera-se que um treinador traga mais qualquer coisa, que acrescente à equipa mais valias, de forma a que a equipa seja mais que a soma de 11 jogadores. Mas pede-se acima de tudo que não seja uma menos valia, que não seja pelas suas decisões que se perdem pontos atrás de pontos. Mas, infelizmente, é isto que tem acontecido. Acrescente-se o facto de ser casmurro e amigo de membros da família dos equídeos.
Mas a demissão é a solução?
Se fosse ele a demitir-se, a conversa era outra. Mas não se demitindo, não vejo que pagar mais uns 4 milhões de euros seja o melhor para o FCP. No panorama actual do futebol nacional, ganhar o campeonato (a taça é um fait-diver adicional) com o plantel que temos, não só é obrigatório como é relativamente fácil, basta não inventar.
Entre pagar 4 milhões (mais coisa menos coisa) ou mantê-lo, por muito que me custe aturá-lo (se fizesse um blackout era bem melhor), prefiro que ele fique. Mas era bom que o PdC começasse a arranjar-lhe um lugar de observador na selecção da Holanda, que arranjasse uma doença à sogra do Co que o obrigasse a voltar para a Holanda, ... de forma a que no final da época o homem fosse de aviada sem levar um cêntimo a mais.