O n.º 2

Abri o editor para escrever qualquer coisa sobre o Jorge Costa, mas as palavras não saiem.

Por um lado, os interesses do FCP estão acima dos interesses de qualquer pessoa, seja ele jogador, dirigente, treinador ou sócio.

Por outro lado, está o respeito pelas figuras do clube, a mística e a necessidade de existirem referências.

Numa época em que só temos 5-6 jogadores que estão no clube há mais de ano e meio, custa-me entender como um jogador como o JC não é útil ao clube. Seja a culpa do treinador, seja do jogador, seja de quem for, é triste que se chegue a este fim. 

Era bom é que fossem esclarecidas as situações que se ouvem nas bancadas. Ou seja se é verdade que o JC foi um dos jogadores castigados no estágio de pré-época por ter chegado atrasado ao pequeno almoço. Se é verdade que já no fim da pré-época tinha estado na lista de dispensados, e que só a intervenção do PdC evitou a dispensa nessa altura. Se é verdade que o Co proibiu os não convocados e (por arrastamento o JC) de irem ao balneário em dia de jogo.

Estas respostas podem dar ou não razão a quem a tem, mas ajudavam certamente a esclarecer muitas coisas. Mas não posso deixar de me lembrar do acompanhamento que o João Pinto fazia à equipa, mesmo quando estava lesionado e da importância que o treinador da altura (Robson)  e os dirigentes davam a esses gestos.