Ontem, no resumo salvo erro do Real - Olympiakos, foi referido que um determinado jogador de campo jogava com o n.º 1.
Isto fez-me recordar a única memória que tenho do Mundial de 78: o Osvaldo Ardiles, jogador argentino que disputou esse mundial com a camisola n.º 1. Na altura, para um puto de 7 anos que só conhecia a numeração usual de 1 a 11, ver que um jogador de campo podia jogar com o n.º do guarda-redes foi a minha primeira descoberta da força que certa simbologia pode ter.