Desta novela do Nuno Valente só há uma coisa a reter: o futebol é um negócio.
Se bem me lembro :-), quando nasci a minha mãe usava umas fraldas em pano, que eu me encarregava de sujar, para ela se encarregar de as lavar e voltar a usá-las cá no je. Era a reciclagem à moda antiga.
Nessa altura havia, se bem me lembro, um conceito no futebol: O amor à camisola.
Os tempos mudaram e hoje já ninguém usa fraldas de pano, é tudo descartável. Usa e deita fora.
Também pelo futebol o conceito descartável é hoje a norma vigente. Um jogador é descartável. Um clube é descartável. O que importa são os interesses próprios.
Amor à camisola, paixão, dedicação, agradecimento, ... são palavras bonitas mas cujo significado só têm algum sentido para os adeptos.
Tudo o resto que anda à volta do futebol, gira à volta de duas palavras: dinheiro e fama. São os jogadores, são os dirigentes, são os árbitros, são os empresários.
Pede-se que enquanto vestem a nossa camisola o façam com profissionalismo. (Ao que a gente chegou)
Quanto ao resto cá estamos para defender o emblema, que é aquilo que ficará para todo o sempre.