E a pré-época foi assim (ou talvez não):
- Treinador da linha dura com alguns tiques ditaturiais que eram facilmente dispensáveis (nomeadamente a história dos n.ºs das camisolas e a escolha do(s) capitão(ães)). Mas antes assim que a "bondade" do Fernandez.
- Jogadores com dificuldades de adaptação ao treinador (Quaresma, Ibson, Jorge Costa).
- A situação do Quaresma não me surpreende em nada, era mais ou menos óbvia. Espera-se agora é que tanto um como outro não sejam casmurros e que trabalhem para potencializar as capacidades futebolísticas do jogador de forma a pô-las ao serviço da equipa.
- Muitos elogios ao Raul Meireles. Se a nível ofensivo gostei, a nível defensivo nem por isso, sobretudo na compensação às laterais e aos centrais, uma das principais funções do trinco. A ver vamos.
- Lances de bola parada ainda precisam de muito trabalho. Falta nitidamente um especialista (um Branco, Geraldão, Madjer )
- Boa mobilidade do Jorginho e Lisandro.
- O Jorge Costa tem lugar indiscutível nos convocados. Uma equipa de futebol não é formada só pelos 11 que estão dentro de campo, nem os melhores 11 jogadores formam a melhor equipa.
- Daí ser óbvio que o titular da baliza, pelo menos neste início da época, só podia ser o Baía.
- Defesa lenta.
- Dirigentes que fazem um plantel e depois dizem: "O treinador é que sabe o que pretende. Quando não estamos de acordo com o que o treinador está a fazer temos o direito de o substituir. Não faz sentido é ter um treinador, não o substituir, e não o deixar fazer o que entende. Teve total liberdade para fazer o plantel como terá em Janeiro poder dizer que este ou aquele não lhe interessam.", para dois dias depois o treinador dizer sobre Nuno Valente: "Está em forma e em condições de jogar. É um bom jogador, um internacional português mas é a política interna do clube" [que o mantem fora das convocatórias]